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Sementes da Palavra, É tempo de semear

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Nome: Luiz Antonio de Moura
Data de registro: 12 de dezembro de 2014

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  1. LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE — 24 de agosto de 2019
  2. LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE — 23 de agosto de 2019
  3. REFLEXÃO SOBRE O WHATSAPP: VULGARIZADO E MAL UTILIZADO — 22 de agosto de 2019
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ago 24

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SÁBADO – 24/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DO APOCALIPSE DE SÃO JOÃO – (Ap 21,9-14) –

9Um anjo falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. 

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Jo 1,45-51

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo,  45Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na lei e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José”. 46Natanael disse: “De Nazaré pode sair coisa boa?” Filipe respondeu: “Vem ver!” 47Jesus viu Natanael, que vinha para ele, e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem”.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 23

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEXTA-FEIRA – 23/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DA SEGUNDA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS – (2Cor 10,17-11,2) –

Irmãos, 17quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18Pois é aprovado só aquele que o Senhor recomenda, e não aquele que se recomenda a si mesmo. 11,1Oxalá pudésseis suportar um pouco de insensatez da minha parte. Na verdade, vós me suportais. 2Sinto por vós um amor ciumento, semelhante ao amor que Deus vos tem. Fui eu que vos desposei a um único esposo, apresentando-vos a Cristo como virgem pura. 

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Mt 13,44-46

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44“O reino dos céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45O reino dos céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 22

REFLEXÃO SOBRE O WHATSAPP: VULGARIZADO E MAL UTILIZADO

WHATSAPP

O WHATSAPP É O NOVO POINT: POR QUE NÃO UTILIZÁ-LO SÓ PARA O BEM? –

*Por Luiz Antonio de Moura –

Parece inexistirem dúvidas de que, atualmente, o WhatsApp é o point preferido da grande maioria das pessoas para toda forma de troca de informações. Muitas pessoas estão integradas em grupos de bate-papo; outras tantas, e de forma individual, mantêm-se ligadas a diversos amigos e contatos, com os quais dialogam diariamente, se não, várias vezes ao dia. É bonito ver que as pessoas, nos dias atuais, adotam a comunicação como forma de integração social, superando antigas cartinhas, bilhetinhos, ligações telefônicas ou até mesmo os e-mails.

Entretanto, é preciso reconhecer, as redes sociais, dentre as quais o WhatsApp se destaca, não têm sido usadas como lugares-comuns apenas aos bate-papos, por meio dos quais as pessoas tenderiam a crescer e a promoverem o crescimento dos seus amigos, com conversas úteis e interessantes, além da divulgação de notícias importantes (e verdadeiras), objetivando suprir vazios causados pela absurda correria do cotidiano.

Seria mais ou menos semelhante ao encontro diário de diversas pessoas, em torno de uma mesa de bar onde, sem nenhum aperitivo ou bebida de entrada ou de saída, falassem asneiras o tempo todo, além de transmitirem, umas para as outras, notícias falsas ou meias verdades, sem qualquer função ou objetivo nobre. Certamente que, em muito pouco tempo, tais reuniões deixariam de acontecer, porque as pessoas, logo, logo, chegariam à conclusão da absoluta perda de tempo e da inutilidade de tais encontros.

No entanto, no WhatsApp, por exemplo, isso não acontece porque tudo é gratuito, não custando tempo nem dinheiro. Retransmitir uma mensagem qualquer, ou reencaminhar fotos e vídeos em abundância é ato praticado em pouquíssimos segundos, bastando meros dois ou três cliques, e pronto! Já foi.

Com esta lógica, as pessoas, sem terem a menor consciência, e sem saberem valorizar a tecnologia de que dispõem, passam o dia todo enviando “abobrinhas” e “repolhos” e recebendo, em troca, iguais contribuições. Ora, vamos combinar que “abobrinhas” e “repolhos” são muito bons e até fazem falta na dieta diária de qualquer ser humano. Mas, todos os dias, em todas as refeições do dia, enchem o saco de qualquer um. E o pior: a pessoa acaba de enviar uma “abobrinha” e, imediatamente, recebe um “repolho”, ficando absolutamente claro que a “abobrinha”, sequer foi vista com a mínima atenção e/ou consideração.

Estamos vivendo momento histórico, tanto no nosso País quanto no mundo todo, do qual brotam, a todo instante, notícias importantíssimas de todos os lados. Notícias capazes de alterarem nossas vidas, no presente ou no futuro imediato, e que precisam, e devem, ser repassadas, muitas vezes até com certa urgência. D’outro lado, existem pensamentos, fatos, orações, milagres, realizações comunitárias e institucionais, além de toda uma gama de acontecimentos saudáveis e positivos que uns tomam conhecimento, e outros, não, e que, portanto, carecem de repasse entre amigos e contatos.

Voltemos à mesma mesa do bar, agora com outro enfoque, e observemos o quanto cada amigo tem para contar para os demais. Quantas coisas boas aconteceram e quantas estão para acontecer nas vidas de cada um deles, e que, paulatinamente, vão sendo contadas e mostradas, de modo a estarem, verdadeiramente, contribuindo para a alegria e o para o crescimento recíprocos. Tais reuniões, com esses objetivos, certamente serão mantidas e celebradas como algo bastante positivo, haja vista que ao final de cada uma delas, torna-se perceptível grande e real satisfação.

Parece estar na hora de as pessoas considerarem que a euforia inicial com o WhatsApp, e de resto com todas as redes sociais, já está superada, e que todos devemos utilizá-lo para as conversas realmente frutíferas, próprias de uma grande e valiosa amizade. Não se pode esquecer que existem pessoas no meu, e no seu, WhatsApp que, sequer, nos reconhece na rua. Há pouco tempo passei por uma dessas pessoas. E existem inúmeras! Porque o ambiente está absolutamente vulgarizado.

Podemos, e devemos, fazer do WhatsApp um ponto de encontro, diário ou não, propício para o convívio sadio com os nossos contatos, repassando e recebendo informações úteis e valiosas para as nossas vidas, seja por meio de palavras, de fotografias ou de vídeos capazes de cumprirem o duplo papel da informação e da transmissão de alegria. Fechar as portas às fofocas e, principalmente, às mentiras, fará com que saibamos aproveitar da melhor forma possível este maravilhoso canal de interação social, por meio do qual podemos levar aos amigos e contatos permanentes, conhecimentos e experiências extremamente valiosas para o crescimento pessoal e espiritual. Nada, porém, em excesso!

Como é bom receber informações novas e confiáveis; vídeos pedagógicos e transmissores de alegria, de emoção, de prazer e de grandes ensinamentos; textos e orações profundos e sugestivos; fotos de seres, pessoas e lugares por nós desconhecidos; palavras de incentivo, de gratidão, de carinho e de amizade. Enfim, quanta coisa boa, útil e valiosa pode ser transferida, encaminhada e reencaminhada por meio do WhatsApp, uma rede social que, por enquanto, tem servido a muitos apenas para a propagação de notícias falsas, de fofocas descabidas, de incentivo e de disseminação do sectarismo ideológico, religioso ou político, bem como de sentimentos de ódio e de vingança que, infelizmente, têm contaminado a sociedade humana.

Talvez você receba este texto, também, pelo WhatsApp, mas, a ideia é justamente esta: incentivar e estimular a reflexão para que então, e somente então, possamos nos valer dele de forma mais sábia, transformando-o em um verdadeiro point de encontro entre amigos e de contatos, consubstanciados em pessoas que olham e que conseguem enxergar  a sociedade como célula apta à expansão e, em perfeita harmonia com a natureza, capaz de canalizar desejos e objetivos humanos mais substanciais e mais condizentes com a própria espécie. Seja feliz, e boa sorte!

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*Luiz Antonio de Moura é um pensador espiritualista, um caminhante e um cultor do silêncio.

 

ago 22

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – QUINTA-FEIRA – 22/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS – (Is 9,1-6) –

1O povo que andava na escuridão viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. 2Fizeste crescer a alegria e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. 3Pois o jugo que oprimia o povo – a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais –, tu os abateste como na jornada de Madiã. 4Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. 5Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz. 6Grande será o seu reino, e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar essas coisas.

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Lc 1,26-38

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 26o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi, e o nome da virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29Maria ficou perturbada com essas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso se eu não conheço homem algum?” 35O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37porque para Deus nada é impossível”. 38Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 21

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – QUARTA-FEIRA – 21/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DOS JUÍZES – (Jz 9,6-15) –

Naquele tempo, 6todos os habitantes de Siquém e os de Bet-Melo se reuniram junto a um carvalho que havia em Siquém e proclamaram rei a Abimelec. 7Informado disso, Joatão foi postar-se no cume do monte Garizim e se pôs a gritar em alta voz, dizendo: “Ouvi-me, moradores de Siquém, e que Deus vos ouça. 8Certa vez, as árvores resolveram ungir um rei para reinar sobre elas e disseram à oliveira: ‘Reina sobre nós’. 9Mas ela respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu azeite, com que se honram os deuses e os homens, para me balançar acima das árvores?’ 10Então as árvores disseram à figueira: ‘Vem e reina sobre nós’. 11E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar à minha doçura e aos saborosos frutos, para me balançar acima das outras árvores?’ 12As árvores disseram então à videira: ‘Vem e reina sobre nós’. 13E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para me balançar acima das outras árvores?’ 14Por fim, todas as árvores disseram ao espinheiro: ‘Vem tu reinar sobre nós’. 15O espinheiro respondeu-lhes: ‘Se deveras me constituís vosso rei, vinde e repousai à minha sombra; mas se não o quereis, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano!’”

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Mt 20,1-16

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1“O reino dos céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia e os mandou para a vinha. 3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde e fez a mesma coisa. 6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ 9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida, vieram os que foram contratados primeiro e pensavam que iam receber mais. Porém cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. 13Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ 16Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 20

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – TERÇA-FEIRA – 20/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DOS JUÍZES – (Jz 6,11-24) –

Naqueles dias, 11veio o anjo do Senhor e sentou-se debaixo de um carvalho que havia em Efra e pertencia a Joás, da família de Abiezer. Gedeão, seu filho, estava sacudindo e limpando o trigo na eira, para o esconder dos madianitas, 12quando o anjo do Senhor lhe apareceu e disse: “O Senhor está contigo, valente guerreiro!” 13Gedeão respondeu: “Se o Senhor está conosco, peço-te, Senhor, que me digas: por que nos aconteceu tudo isso? Onde estão aquelas tuas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: ‘O Senhor nos tirou do Egito’? Mas agora o Senhor nos abandonou e nos entregou nas mãos dos madianitas”. 14Então, o Senhor voltou-se para ele e disse: “Vai e, com essa força que tens, livra Israel da mão dos madianitas. Sou eu que te envio”. 15Gedeão replicou-lhe: “Dize-me, te peço, meu Senhor, como poderei eu libertar Israel? Minha família é a mais humilde de Manassés, e eu sou o último na casa de meu pai”. 16O Senhor lhe respondeu: “Eu estarei contigo, e tu derrotarás os madianitas como se fossem um só homem”. 17E Gedeão prosseguiu: “Se achei graça diante de ti, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo. 18Não te afastes daqui até que eu volte com uma oferenda para te apresentar”. E o Senhor respondeu: “Ficarei aqui até voltares”. 19Gedeão retirou-se, preparou um cabrito e, com uma medida de farinha, fez pães ázimos. Pôs a carne num cesto e o caldo numa vasilha, levou tudo para debaixo do carvalho e lhe apresentou. 20O anjo do Senhor lhe disse: “Toma a carne e os pães ázimos, coloca-os sobre esta pedra e derrama por cima o caldo”. E Gedeão assim fez. 21O anjo do Senhor estendeu a ponta da vara que tinha na mão e tocou na carne e nos pães ázimos. Levantou-se então um fogo da pedra e consumiu a carne e os pães. E o anjo do Senhor desapareceu da sua vista. 22Percebendo que era o anjo do Senhor, Gedeão exclamou: “Ai de mim, Senhor Deus, porque vi o anjo do Senhor face a face!” 23Mas o Senhor lhe disse: “A paz esteja contigo, não tenhas medo: não morrerás!” 24Então Gedeão construiu ali mesmo um altar ao Senhor e o chamou: “O Senhor é paz”.

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Mt 19,23-30

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 23Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos céus. 24E digo ainda, é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”. 25Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” 26Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”. 27Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?” 28Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 19

EDITORIAL DA SEMANA: AS CHAVES E AS PORTAS ESTÃO DIANTE DE NÓS – PRIMEIRA PARTE

PORTAS ABERTAS - 2

CHAVES E PORTAS: CAMINHOS LIBERADOS –

PARTE I –

*Por Luiz Antonio de Moura –

A visão realista do mundo permite a transparência de cenários que, em muitas ocasiões, e situações, impõem limites diante de nós. Alguns desses limites instigam nossa vocação para a superação e, logo, logo, conseguimos vencê-los. Entretanto, existem outros limites que, simplesmente, revelam-se intransponíveis, em razão das inomináveis altura e espessura.

No primeiro caso, mesmo diante das nossas fraquezas e incertezas, recebemos alguns incentivos e estímulos, porque tais limites podem, de fato, ser transpostos. No segundo caso, no entanto, ninguém ousa nos instigar, porque a impossibilidade é reconhecida por todos. Então, o que fazer? Recuar, desistir?

Não, não devemos recuar nem desistir, porque, se existe um mundo visível que apresenta limites intransponíveis diante de nós, existe, também, um mundo invisível que, simplesmente, abre portas diante de nós, facilitando a nossa passagem para lados, mundos, situações e oportunidades que, até então, pareciam impossíveis e inexistentes. Não são portas imaginárias, virtuais, mágicas ou coisas mirabolantes, daquelas que só vemos em filmes de alta ficção científica. São portas reais, plausíveis e sensíveis. Portas que são abertas por meio de chaves que nos são fornecidas por forças superiores.

O segredo não está nas portas, mas, na obtenção e no manuseio das chaves! Em nossas mãos, normalmente, existem cinco dedos. Para cada dedo, um desafio a ser vencido. Cinco desafios que, uma vez vencidos, abrem o caminho para o predomínio do espírito sobre a matéria: o orgulho, a prepotência, a ambição, a inveja e a ira. A derrota destes cinco adversários permite que consigamos destravar algumas portas e, assim, ter acesso a caminhos até então tidos como inexistentes e até mesmo impossíveis de serem trilhados.

O orgulho é, geralmente, o primeiro desafio que nos empareda e nos atinge com força. Diante dele sentimo-nos frágeis e submissos, a ele nos entregando com facilidade e com docilidade, servindo-o de todas as formas por ele exigidas, porque, de nós, ele apenas exige o assassinato da humildade. Matando a humildade, sentimo-nos senhores absolutos do nosso EU e do caminho que temos à disposição.

A prepotência é irmã gêmea do orgulho. Quando acreditamos sermos senhores absolutos do nosso EU e de estarmos no pleno domínio do caminho que temos à disposição, sem qualquer dependência do “outro”, cremos firmemente sermos insuperáveis e, portanto, invencíveis. Ninguém é capaz de deter nossos passos e avanços e, consequentemente, a nossa caminhada. A prepotência forja o extremado amor próprio. Com o orgulho e a prepotência, esmurramos com força bestial os limites intransponíveis impostos pelo mundo visível, dando-nos a nítida certeza de que, se não vencemos, ninguém é capaz de vencer também.

A ambição é a principal responsável pela cegueira espiritual. Na medida em que sucumbimos diante dela, ficamos cada vez mais cegos para a realidade que nos cerca. Daí, não conseguirmos enxergar quando, diante de nós, existe uma muralha intransponível e, da mesma forma, não conseguimos ver as portas que já estão, ou que podem ser facilmente, abertas à nossa frente.

A inveja é a rainha do retrocesso e do descaminho. É ela quem nos obriga a abandonar o nosso caminho natural para seguirmos, e perseguirmos, o caminho trilhado pelo “outro”. Caminho que é próprio de cada um. Construído para cada um, de forma absolutamente individualizada. A inveja, aliada inseparável da ambição, faz com que acreditemos convictamente que um único caminho pode ser trilhado com sucesso por dois seres diferentes. Assim, o que é do outro, pode ser meu também. O que o outro tem, eu posso ter igual ou até mesmo superior.

A ira, por fim, não bastassem os outros entraves, corrompe os nossos tímpanos e trava a nossa mente, impedindo o curso natural da razão. Acometidos com a ira, somos incapazes de pensar de modo racional. Somos incapazes de agir de forma sensata. Portanto, tornamo-nos imprudentes, insensíveis, insensatos e insanos. Movidos pela ira, perdemos a sensibilidade e o tato necessários para a percepção das diversas portas existentes, algumas das quais já estão abertas diante de nós.

Vencer estes cinco desafios pode parecer, à primeira vista, um grande obstáculo intransponível e, aí, voltaríamos à questão inicial. Entretanto, cada um de nós, acreditando ou não, possui um espírito que, por sua vez, traduz-se em um imenso e poderoso templo, no interior do qual muitos e muitos mistérios são desvendados. Forças ocultas são dissipadas; obstáculos são removidos; segredos são revelados e novas forças são concedidas.

Ao desviarmos a nossa atenção, e a nossa atuação, para o templo que carregamos em nosso interior, administrado e gerenciado por um Espírito Maior, capaz de vencer até mesmo o que, para nós, parece ser impossível, adquirimos não apenas uma renovada vida, mas, sabedoria suficiente para vencermos e superarmos todos os entraves, e mais: capacidade para, abertos os olhos, ouvidos e mente, enxergarmos com toda a clareza necessária, todas as portas que estão abertas, desde sempre, à nossa frente.

Mas, é preciso repetir: os cinco desafios devem ser superados. Imagine-se diante de um cofre contendo a solução para todos os seus problemas. Trancado a sete chaves, você não consegue abri-lo, senão, penetrando no interior de uma profunda caverna, ao fundo da qual existe um altar de pedra em cujo tampo estão as sete chaves que abrem o tal cofre. Você precisa, apenas, perceber que, indo na direção da caverna terá rápido acesso às chaves que te darão acesso a todas as soluções perseguidas.

É justamente o que deve ser feito para que as diversas portas existentes, que já podem ser  abertas por você, sejam percebidas, também, por todos aqueles que julgam estar diante de problemas intransponíveis. As soluções existem e estão diante de cada um de nós. Não percebê-las ou não saber como acessá-las, depende do destravamento dos olhos, dos ouvidos e da mente espirituais, o que só pode ser feito após a derrota dos cinco maiores adversários do ser humano. Sozinhos, não podemos vencê-los, mas, com o auxílio do Espírito de Deus, tudo se faz possível porque Ele faz novas todas as coisas e, assim, pode transformar-nos em pessoas absolutamente novas, imunes ao impossível.

Não se trata de magia ou de ilusionismo. Trata-se, na verdade, de crença. Jesus disse que “aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e fará outras ainda maiores” (Jo 14, 12). Portanto, com fé e pela fé, obstáculos podem ser superados, adversários  derrotados, muralhas derrubadas, portas abertas e caminhos revelados. No entanto, não basta dizer que crê. É preciso renunciar a si mesmo e entregar-se de corpo e de alma, vencendo todos os inimigos do espírito. Então, e somente então, haverá serenidade, sabedoria, santidade e capacidade para superar todos os limites impostos por este mundo que, ao contrário do que muitos creem, não é real, mas, totalmente ilusório.

Reflita profundamente. Faça uma visita ao seu templo interior e, confiando no Espírito que lá está, derrote seus cinco inimigos e, após, esbanjando alegria e felicidade, escolha as portas que melhor atendem aos seus anseios e necessidades. Faça isso já, não perca mais tempo. Seja feliz, e boa sorte!

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*Luiz Antonio de Moura é um pensador espiritualista, um caminhante e um cultor do silêncio.

ago 19

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS: LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE

BÍBLIA DE HOJE - 2018

20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 19/08/2019 –

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo,4e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.5No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade,6para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.  7Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça8que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.” (Ef 1, 3-8)

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DOS JUÍZES – (Jz 2,11-19) –

Naqueles dias, 11os filhos de Israel fizeram o que desagrada ao Senhor, servindo a deuses cananeus. 12Abandonaram o Senhor, o Deus de seus pais, que os havia tirado do Egito, e seguiram outros deuses dos povos que em torno deles habitavam, e os adoraram, provocando assim a ira do Senhor. 13Afastaram-se do Senhor para servir a Baal e a Astarte. 14Por isso, acendeu-se contra Israel a ira do Senhor, que os entregou nas mãos dos salteadores, que os saqueavam, e os vendeu aos inimigos que habitavam nas redondezas. E eles não puderam resistir aos seus adversários. 15Em tudo o que desejassem empreender, a mão do Senhor estava contra eles para sua desgraça, como lhes havia dito e jurado. A sua aflição era extrema. 16Então, o Senhor mandou-lhes juízes que os livrassem das mãos dos saqueadores. 17Eles, porém, nem aos seus juízes quiseram ouvir e continuavam a prostituir-se com outros deuses, adorando-os. Depressa se afastaram do caminho seguido por seus pais, que haviam obedecido aos mandamentos do Senhor; não procederam como eles. 18Sempre que o Senhor lhes mandava juízes, o Senhor estava com o juiz e os livrava das mãos dos inimigos enquanto o juiz vivia, porque o Senhor se deixava comover pelos gemidos dos aflitos. 19Mas, quando o juiz morria, voltavam a cair e portavam-se pior que seus pais, seguindo outros deuses, servindo-os e adorando-os. Não desistiram de suas obras perversas nem da sua conduta obstinada.

– Palavra do Senhor.     

– Graças a Deus.

EVANGELHO:  Mt 19,16-22

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, o que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” 17Jesus respondeu: “Por que tu me perguntas sobre o que é bom? Um só é o bom. Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos”. 18O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, 19honra teu pai e tua mãe e ama teu próximo como a ti mesmo”. 20O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. O que ainda me falta?” 21Jesus respondeu: “Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. 22Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.                         

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/

ago 18

LEITURA ORANTE – FREI LUDOVICO GARMUS

LUDOVICO GARMUS

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA AO CÉU – UMA MULHER VESTIDA DE SOL, TENDO A LUA DEBAIXO DOS PÉS –

*Por Frei Ludovico Garmus, ofm –

ORAÇÃO: “Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do céu em corpo e alma a imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória”.

1. PRIMEIRA LEITURA: Ap 11,19a; 12,1.3-6ab.10ab

Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés.

O texto que ouvimos utiliza uma linguagem simbólica, de tipo apocalíptico, linguagem apropriada para revelar o agir de Deus na história do seu povo. O templo que se abre não é mais o segundo templo de Jerusalém, reconstruído após o exílio, mas é o templo escatológico, do fim dos tempos. A antiga arca da aliança, guardada no templo, marcava a presença do Deus que libertou seu povo da escravidão do Egito. Lembrava também a aliança que Deus fez com Israel no monte Sinai. A arca desapareceu quando Jerusalém foi destruída pelos babilônios (587 a.C.). Segundo a lenda, a arca foi escondida pelo profeta Jeremias num lugar desconhecido, para ser reapresentada “quando Deus reunir de novo seu povo disperso e lhe fizer misericórdia” (2Mc 2,5-8). Segundo o vidente do Apocalipse, a tenda na qual Deus vai morar com a humanidade redimida reaparecerá na nova Jerusalém. Então, a antiga aliança será substituída pela nova e definitiva aliança com Deus (Ap 21,1-4).

A mulher com a coroa de doze estrelas simboliza o povo de Israel do qual nasceu o Messias, e também Maria, a mãe do Messias. A criança (Messias) recém-nascida, ameaçada pelo dragão (falso messias), representa a Igreja perseguida. O dragão/serpente é o mesmo dragão cuja cabeça a primeira Eva haveria de esmagar (cf. Gn 3,15). De fato, esmagou por meio de Maria, a Mãe de Jesus, que nos trouxe o Salvador prometido (Ap 12,10).

Trata-se de um texto cheio de esperança para a comunidade cristã perseguida, no tempo do vidente João. Maria assunta ao céu resume em si toda a certeza do triunfo e da glória do povo de Deus. O dragão ameaça a criança recém-nascida, isto é, a vida da jovem comunidade cristã. No Evangelho, Isabel e Maria geram a vida que renova e traz salvação para a comunidade. Hoje, o dragão ameaçador é o capitalismo financeiro e consumista, que devora as riquezas de nossa “casa” comum. Ameaça não só a humanidade, mas a própria vida do planeta Terra. Que a Virgem Maria, Assunta ao Céu, nos proteja e nos ajude a esmagar a cabeça do dragão, símbolo das forças do mal.

SALMO RESPONSORIAL: Sl 44(45)

À vossa direita se encontra a rainha,

com veste esplendente de ouro de Ofir.

2. SEGUNDA LEITURA: 1Cor 15,20-27a

Cristo, como primícias; depois os que pertencem a Cristo.

Paulo nos diz que a ressurreição dos mortos acontece numa ordem de sequência, onde Cristo é o primeiro dos ressuscitados e garantia de nossa futura ressurreição: “Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda”. Ninguém melhor do que Maria pertence ao seu Filho. A fé nos diz que em Maria já se realizou esta ressurreição, que todos nós esperamos, quando morrermos. Então, “o último inimigo a ser vencido será a morte” (1Cor 15,26). – Em 1950, o Papa Pio XII, declarou como verdade infalível de nossa fé que “a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste”.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Maria é elevada ao céu,

alegram-se os coros dos anjos.

3. EVANGELHO: Lc 1,39-56

O Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor:

elevou os humildes.

O Cântico de Maria revela a pedagogia de Deus: Deus opera “grandes coisas”, isto é, a obra de nossa salvação, através da humildade de Maria, a serva do Senhor. No encontro das duas mães, Maria e Isabel, encontram-se também duas crianças, João Batista, o Precursor, e Jesus, o Salvador prometido. Pela saudação de Maria comunicam-se as mães. Mas o louvor de Isabel a Maria – aquela “que acreditou” – brota do reconhecimento prévio da presença do Messias Jesus pelo seu filho João. No seio de Isabel o filho se agita, dá o alarme e, cheia de alegria, ela exclama: “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?” É o encontro do tempo da promessa, que termina com João Batista, com o tempo da realização da promessa, que se inicia com Jesus. Torna-se verdadeiro o que diz o salmo: “Da boca das criancinhas tiraste o teu louvor” (Sl 8,3). De fato, porque duas crianças se encontraram – a promessa e a realização da promessa – Isabel louva Maria e Maria põe-se a louvar o Senhor, que fez grandes coisas nela e por meio dela, ao gerar em seu seio o Salvador do mundo. Assim se manifesta o amor misericordioso de Deus, para Israel, seu povo, e para toda a humanidade. Maria é Assunta ao céu. Maria que em sua vida colocou-se a serviço de Deus; por obra do Espírito Santo acolheu em seu ventre o Filho de Deus e tornou-se a serva do Senhor. Ao final de sua vida foi definitivamente atraída, assumida e glorificada por Deus: “Tudo é vosso, mas vós sois de Cristo e Cristo é de Deus” (1Cor 3,22-23). Na Solenidade da Assunção de Maria ao Céu, o louvor de Maria torna-se o nosso louvor. “Terminado o curso de sua vida terrena”, Maria foi assunta em corpo e alma ao Céu significa que nela já se realizou de modo absoluto a vida em Deus. Pois “a morte liberta a semente de ressurreição que se esconde dentro da vida mortal”. Para nós, a Assunção significa que aquilo que “Maria vive agora, no corpo e na alma, é o que nós iremos também viver quando morrermos e formos ao céu” (Leonardo Boff). ________________________________________________________

* Frei Ludovico Garmus é Doutor em Exegese Bíblica, Professor de Exegese no Instituto Teológico Franciscano-ITF, em Petrópolis, escritor, conferencista e colabora com o nosso Blog, autorizando a reprodução de textos e de reflexões de sua autoria.

ago 18

COMENTÁRIO DO MONSENHOR JOSÉ MARIA PEREIRA

ZÉ MARIA - 2018

ASSUNÇÃO DE MARIA AO CÉU –

*Por Mons. José Maria Pereira –

No dia 15 de agosto, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, ou Nossa Senhora da Glória. No Brasil, celebra – se, no domingo, logo após o dia 15.

A Igreja professou, unanimemente, desde os primeiros séculos, a fé na Assunção de Maria Santíssima em corpo e alma à glória celestial, como se deduz da Liturgia, dos documentos, dos escritos dos Padres e dos Doutores.

“Para nós, a Solenidade de hoje é como uma continuação da Páscoa, da Ressurreição e da Ascensão do Senhor. E é, ao mesmo tempo, o sinal e a fonte da esperança da vida eterna e da futura ressurreição” (São João Paulo ll, Homilia).

Diz o Prefácio da Solenidade que proclama maravilhosamente o mistério celebrado: “Hoje, a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à glória do céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho, pois preservastes da corrupção da morte aquela que gerou, de modo inefável, o vosso próprio Filho feito homem, autor de toda a vida”.

Todos ressuscitaremos! Cada qual, porém, em sua ordem: como primícias, Cristo; em seguida, os que forem de Cristo, na ocasião de sua vinda (1Cor 15,23).

Entre aqueles que são do Cristo há uma pessoa que é “de Cristo” de modo único e inigualável: sua Mãe, aquela que O gerou como homem, que viveu com Ele, partilhando a oração, as alegrias, os trabalhos e, sobretudo, ficando a Seu lado ao pé da cruz. Para essa criatura, Jesus não esperou o fim dos tempos para uni-la a Si, na glória; imediatamente, depois de sua morte, Ela foi ao céu em corpo e alma. É esta uma convicção da Igreja, celebrada com uma festa muito antiga, mas a partir de 1º de novembro de 1950, a festa se tornou mais solene com a proclamação do Dogma da Assunção, pelo papa Pio XII.

O que diz para nós o Mistério da Assunção? Maria é, também ela, de um modo diferente de Cristo, o primeiro fruto: as primícias da Ressureição e da Igreja. Nela Deus traçou como que um esboço daquilo que, ao final, acontecerá para toda a Igreja. Porque toda a Igreja, no fim, tornada como Maria, imaculada e santa, será elevada ao céu!

Em Maria, Deus quis mostrar quão grande e profunda foi a redenção operada por Cristo e a que tamanha glória pode conduzir a criatura que se deixa envolver inteiramente. Maria, por sua vez, nos ensina como chegar à glória que hoje contemplamos e nos abre o caminho. É um caminho traçado, em todo seu percurso, por duas linhas retas: “a fé e a humildade”.

Bem-aventurada és tu que creste! Maria foi uma pessoa de fé, sempre; acreditou na Encarnação e disse: Fiat- seja feita a vossa vontade; acreditou apesar do longo silêncio de Nazaré; acreditou no Calvário. Acreditou também quando tudo parecia estar sendo desmentindo pelos fatos, também quando não compreendia; deixou-se conduzir docilmente por Deus, como uma ovelha que segue o Cordeiro conduzido à imolação, como é definida num hino da liturgia bizantina (Romano, o Mélode).

A carne de Jesus e a de Maria são a mesma carne. Portanto, a carne de Maria devia ter a mesma glória que teve a de seu Filho. São João de Damasco, no ano 749, escreve: “Era necessário que aquela que, no parto, havia conservado ilesa sua virgindade, conservasse também sem corrupção alguma seu corpo, depois da morte. Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino, habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o Filho sobre a cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por todas as criaturas como Mãe de Deus”.

A humildade é a explicação do mistério de Maria e da sua eleição. Ela foi “cheia de graça” porque era vazia de si.

Para que Deus possa realizar “grandes coisas” também em nós, para que possa conduzir-nos àquela glória final, alcançada por Maria, é necessário, portanto, que nós também apresentemos estes dois requisitos: a fé e a humildade.

Quem poderá ter uma fé pura e forte como a da Mãe de Jesus? Quem poderá alcançar a profundidade e a sinceridade da sua humildade? Ninguém! Podemos, porém, aproximar-nos dela, imitar- lhe a docilidade e a abertura a Deus. Podemos, sobretudo, rezar a Ela: Aumentai nossa fé; ensinai-nos a permanecer na humildade “sob a poderosa – e paterna- mão de Deus”. É a oração que, levantando o olhar, lhe dirigimos neste dia, em que a liturgia nos apresenta Maria como Rainha sentada à direita do Rei.

As leituras contemplam esta realidade. O trecho da Leitura (Ap 11, 19; 12, 1-10) apresenta uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés, e do Filho que ela deu à luz, um varão, que irá reger todas as nações. Nesta imagem a Mulher e o Filho representam Jesus Cristo e a Igreja, mais a mulher confunde-se também com Maria, pois nela realizou-se plenamente a Igreja.

A 2ª Leitura (1 Cor 15, 20-27) completa a ideia da 1ª. Paulo, falando de Cristo, primícias dos ressuscitados, termina dizendo que, um dia, todos os que creem terão parte na Sua glorificação, mas em proporção diversa: “ Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda” (1 Cor 15, 23). Entre os cristãos, o primeiro lugar pertence, sem dúvida, a Nossa Senhora, que foi sempre de Deus, porque jamais conheceu o pecado. É a única criatura em quem o esplendor da imagem de Deus nunca se viu ofuscado; é a Imaculada Conceição, a obra prima e intacta da Santíssima Trindade em quem o Pai, o Filho e o Espírito Santo sentiram as suas complacências, encontrando nela uma resposta total ao Seu amor.

A resposta de Maria ao amor de Deus ressoa no Evangelho (Lc 1, 35-56), tanto nas palavras de Isabel que exaltam a grande fé que levou Maria a aderir, sem vacilação alguma à vontade de Deus, como nas palavras da própria Virgem, que entoa um hino de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizou nela.

Ela é a nossa grande intercessora junto do Altíssimo. Maria nunca deixa de ajudar os que recorrem ao seu amparo: “Nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tivesse recorrido à vossa proteção fosse por Vós desamparado”, rezava São Bernardo. Procuremos confiar mais na sua intercessão, persuadidos de que Maria é a Rainha dos céus e da terra, o refúgio dos pecadores, e peçamos-lhe com simplicidade: Mostrai-nos Jesus!

A Assunção de Maria é uma preciosa antecipação da nossa ressurreição e baseia-se na Ressurreição de Cristo, que transformará o nosso corpo corruptível, fazendo-o semelhante ao seu corpo glorioso (Fil 3, 21 ). Por isso São Paulo recorda-nos (1 Cor 15, 20-26): “Se a morte veio por um homem (pelo pecado de Adão), também por um homem, Cristo, veio a Ressurreição. Por Ele, todos retornarão à vida, mas cada um a seu tempo: como primícias, Cristo; em seguida, quando Ele voltar, todos os que são de Cristo; depois, os últimos, quando Cristo devolver a Deus Pai o seu reino…  Essa vinda de Cristo, de que fala o Apóstolo, disse São João Paulo II, “não devia por acaso cumprir-se, neste único caso (o da Virgem), de modo excepcional, por dizê-lo assim, imediatamente, quer dizer, no momento da conclusão da sua vida terrena? Esse final da vida que para todos os homens é a morte, a Tradição, no caso de Maria, chama-o com mais propriedade dormição. Externamente, deve ter sido como um doce sono: “Saiu deste mundo em estado de vigília” ( São Germano de Constantinopla, Homilias sobre a Virgem ); na plenitude do amor. “ Terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” ( Papa Pio Xll ). Ali a esperava o seu Filho Jesus, com o seu corpo glorioso, tal como Ela o tinha contemplado depois da Ressurreição.

A Solenidade de hoje enche-nos de confiança nas nossas súplicas. Pois, diz São Bernardo, “subiu aos céus a nossa Advogada para, como Mãe do Juiz e Mãe de Misericórdia, tratar dos negócios da nossa salvação.” Ela alenta continuamente a nossa esperança. Ensina São Josemaria Escrivá: “Somos ainda peregrinos, mas a nossa Mãe precedeu-nos e indica-nos já o termo do caminho: repete-nos que é possível lá chegarmos, e que lá chegaremos, se formos fiéis. Porque a Santíssima Virgem não é apenas nosso exemplo: é auxílio dos cristãos. E ante a nossa súplica – mostra que és Mãe –, não sabe nem quer negar-se a cuidar dos seus filhos com solicitude maternal.

Fixemos o nosso olhar em Maria, já assunta aos céus! Ela é a certeza e a prova de que os seus filhos estarão um dia com o corpo glorificado junto de Cristo glorioso. A nossa aspiração à vida eterna ganha asas ao meditarmos que a nossa Mãe celeste está lá em cima, que nos vê e nos contempla com o seu olhar cheio de ternura, com tanto mais amor quanto mais necessitados nos vê. “Realiza a função, própria da mãe, de medianeira de clemência na vinda definitiva”    (São João Paulo ll  ).

Maria foi elevada ao Céu em corpo e alma: também para o corpo existe um lugar em Deus. Para nós o Céu já não é uma esfera muito distante e desconhecida. No Céu temos uma Mãe. E a Mãe de Deus, a Mãe do Filho de Deus, é a nossa Mãe. Ele mesmo o disse. Ele constituiu-a nossa Mãe, quando disse ao discípulo e a todos nós: “Eis a tua Mãe!” No Céu temos uma Mãe. O Céu está aberto, o Céu tem um coração.

Confiemo-nos Àquela que – como afirma São Paulo Vl – “tendo subido ao Céu, não abandonou a sua missão de intercessão e de salvação”. A Ela, guia dos Apóstolos, sustentáculo dos Mártires, luz dos Santos, dirijamos a nossa oração, suplicando-lhe que nos acompanhe nesta vida terrena, que nos ajude a olhar para o Céu e que nos receba um dia ao lado do seu Filho Jesus.

No dia dedicado às Vocações Religiosas, Maria é apresentada como Modelo de pessoa consagrada e um “sinal” de Deus no mundo de hoje.

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*Monsenhor José Maria Pereira, Sacerdote da Diocese de Petrópolis, é, também, Professor, Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Niterói e Diocesano de Petrópolis e Vigário da Paróquia de São José do ItamaratI, enviando para o site, semanalmente, a homilia do domingo.

 

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