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Sementes da Palavra, É tempo de semear

Arquivo por categoria: PALAVRA DE VIDA

mar 01

PACIÊNCIA NAS PROVAÇÕES E FÉ NO CRISTO JESUS

CONFIANÇA EM CRISTO

SÃO TIAGO - CAPÍTULO 1

 

1Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos da dispersão, saúde!2Considerai que é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações,3sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.4Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma.5Se alguém de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus - que a todos dá liberalmente, com simplicidade e sem recriminação - e ser-lhe-á dada.6Mas peça-a com fé, sem nenhuma vacilação, porque o homem que vacila assemelha-se à onda do mar, levantada pelo vento e agitada de um lado para o outro.7Não pense, portanto, tal homem que alcançará alguma coisa do Senhor,8pois é um homem irresoluto, inconstante em todo o seu proceder.9Mas que os irmãos humildes se gloriem de sua elevação;10os ricos, pelo contrário, de sua humilhação, porque passarão como a flor dos campos.11Desponta o sol com ardor, seca a erva, cai sua flor e perde a beleza do seu aspecto. Assim murcha também o rico em suas empresas.12Feliz o homem que suporta a tentação. Porque, depois de sofrer a provação, receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam.13Ninguém, quando for tentado, diga: É Deus quem me tenta. Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém.14Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia.15A concupiscência, depois de conceber, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.16Não vos iludais, pois, irmãos meus muito amados.17Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem mesmo aparência de instabilidade.18Por sua vontade é que nos gerou pela palavra da verdade, a fim de que sejamos como que as primícias das suas criaturas.19Já o sabeis, meus diletíssimos irmãos: todo homem deve ser pronto para ouvir, porém tardo para falar e tardo para se irar;20porque a ira do homem não cumpre a justiça de Deus.21Rejeitai, pois, toda impureza e todo vestígio de malícia e recebei com mansidão a palavra em vós semeada, que pode salvar as vossas almas.22Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes; isto equivaleria a vos enganardes a vós mesmos.23Aquele que escuta a palavra sem a realizar assemelha-se a alguém que contempla num espelho a fisionomia que a natureza lhe deu:24contempla-se e, mal sai dali, esquece-se de como era.25Mas aquele que procura meditar com atenção a lei perfeita da liberdade e nela persevera - não como ouvinte que facilmente se esquece, mas como cumpridor fiel do preceito -, este será feliz no seu proceder.26Se alguém pensa ser piedoso, mas não refreia a sua língua e engana o seu coração, então é vã a sua religião.27A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições, e conservar-se puro da corrupção deste mundo.

 

fev 02

PALAVRA DE VIDA: NADA É OCULTO AO JUÍZO DO SENHOR

SABEDORIA DE DEUS

Sabedoria - Capítulo 17, 1-20

1Em verdade, grandes e impenetráveis são vossos juízos, Senhor; por isso as almas grosseiras caíram no erro.2Por terem acreditado que podiam oprimir a santa nação, os ímpios, prisioneiros das trevas e encarcerados por uma longa noite, jaziam encerrados nas suas casas, tentando escapar à vossa incessante vigilância.3Depois de terem imaginado que, com seus secretos pecados, ficariam escondidos sob o sombrio véu do esquecimento, eles se viram dispersados, como presa de um terrível espanto, e amedrontados por alucinações.4Mesmo o canto mais afastado em que se abrigavam não os punha ao abrigo do terror: ruídos aterradores ressoavam em torno deles, e taciturnos espectros de lúgubre aspecto lhes apareciam.5Nenhuma chama, por intensa que fosse, chegava a iluminar. E a luz brilhante dos astros era impotente para alumiar esta noite sombria.6Mas aparecia-lhes de súbito nada mais que uma chama aterradora, e, tomados de terror por esta visão fugitiva, julgavam essas aparições mais terríveis ainda.7A arte dos mágicos se mostrou ilusória, e esta sabedoria, a que eles pretendiam, evidenciou-se vergonhosamente como falsidade.8Aqueles que se jactavam de banir das almas doentes o terror e a perturbação, eram eles mesmos atormentados por um ridículo temor.9Mesmo quando nada de mais grave os aterrorizava, a passagem dos animais e o silvo das serpentes punham-nos fora de si, e eles morriam de medo. Recusavam até mesmo contemplar essa atmosfera à qual nada podia escapar;10porque a maldade, condenada por seu próprio testemunho, é medrosa, e, sob o peso da consciência, supõe sempre o pior,11pois o temor não é outra coisa que a privação dos socorros trazidos pela reflexão,12porque, quanto menor for em sua alma a esperança de auxílio, tanto mais penosa é a ignorância daquilo de que se tem medo.13Eles, durante essa noite de impotência, saída dos recantos do Hades impotente, dormiam num mesmo sono,14agitados, de um lado, pelo terror dos espectros, e paralisados, de outro, pelo desfalecimento da alma; pois era um pavor repentino e inesperado o que se abatera sobre eles.15E todo aquele que caía sem força, ficava como que preso e encerrado num cárcere sem ferros.16Fosse ele camponês ou pastor, ou o operário que se afadiga sozinho no seu trabalho, uma vez surpreendido, tinha de suportar a inevitável necessidade, porque todos estavam ligados por uma mesma cadeia de trevas.17O silvo do vento, o canto harmonioso dos passarinhos nos ramos espessos, o murmúrio da água correndo precipitadamente, o estrondo das rochas que se despenhavam,18a carreira invisível dos animais que saltavam, os urros dos animais selvagens, o eco que repercutia nas cavidades dos montes: tudo os paralisava de terror.19Enquanto o mundo inteiro era alumiado de uma brilhante luz, e sem obstáculo se entregava às suas ocupações,20somente sobre eles se estendia uma pesada noite, imagem das trevas que mais tarde os deviam acolher; e eram para si mesmos um peso mais insuportável que esta escuridão.

dez 22

ISABEL RECEBE SUA PRIMA, MARIA

MARIA VISITA ISABEL - 2

Lc 1, 39-56

39Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.40Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.41Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.42E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.43Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?44Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.45Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!46E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,47meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,48porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,49porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.50Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.51Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.52Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.53Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.54Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,55conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.56Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa.

dez 08

O APÓSTOLO MOSTRA A FORÇA DA PALAVRA

CARTAS DE PAULO-2

2Coríntios - Capítulo 10

1Eu, Paulo, vos exorto pela mansidão e bondade de Cristo, eu que me mostro humilde quando estou entre vós, mas, quando longe, sou ousado convosco. 2Peço-vos que, quando eu estiver presente, não me veja obrigado a usar de minha autoridade de que pretendo realmente usar com certas pessoas que imaginam que nós procedemos com intenções humanas. 3Porque, ainda que vivamos na carne, não militamos segundo a carne. 4Não são carnais as armas com que lutamos. São poderosas, em Deus, capazes de arrasar fortificações. 5Nós aniquilamos todo raciocínio e todo orgulho que se levanta contra o conhecimento de Deus, e cativamos todo pensamento e o reduzimos à obediência a Cristo. 6Estamos prontos também para castigar todos os desobedientes, assim que for perfeita a vossa obediência. 7Julgais as coisas pela aparência!... Quem se gloria de pertencer a Cristo considere que, como ele é de Cristo, assim também nós o somos. 8Ainda que eu me orgulhasse um pouco em demasia da autoridade que o Senhor nos deu, para vossa edificação e não para vossa ruína, não teria de que envergonhar-me. 9Não quero, porém, dar a impressão de querer aterrar-vos com minhas cartas. 10Suas cartas, dizem, são imperativas e fortes, mas, quando está presente, a sua pessoa é fraca e a palavra desprezível. 11Quem assim pensa, fique sabendo que quais somos por escrito nas cartas, quando estamos ausentes, tais seremos também de fato, quando estivermos presentes. 12Em verdade, não ousamos equiparar-nos nem comparar-nos com alguns que se preconizam a si próprios. Medindo-se eles conforme a sua própria medida e comparando-se consigo mesmos, dão provas de pouco bom senso.13Nós outros não nos gloriaremos além da medida, mas permaneceremos dentro do campo de ação que Deus nos determinou, levando-nos até vós. 14Não passamos além dos limites. Estaríamos passando, caso não houvéssemos chegado até vós. Ora, realmente temos chegado até vós, pregando o Evangelho de Cristo. 15Não nos ufanamos além da medida, cobrindo-nos de trabalhos alheios. Esperamos que, com o progresso de vossa fé, nossa obra cresça entre vós dentro do quadro de ação que nos foi determinado. 16Assim esperamos levar o Evangelho aos países que ficam além de vós, sem nos gloriarmos das obras realizadas por outros dentro do domínio reservado a eles. 17Ora, quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18Pois merece a aprovação não aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda.

 

nov 24

MISSÃO É VIDA: PARA SI E PARA OS OUTROS

MISSIONÁRIOS

DIREITOS DOS MISSIONÁRIOS

( 1Cor 9, 1-27)

 1Não sou eu livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus nosso Senhor? Não sois vós minha obra no Senhor?2Se para outros não sou apóstolo, ao menos para vós o sou, porque vós sois no Senhor o selo do meu apostolado.3Esta é a minha defesa contra os que me denigrem.4Não temos nós porventura o direito de comer e beber?5Acaso não temos nós direito de deixar que nos acompanhe uma mulher irmã, a exemplo dos outros apóstolos e dos irmãos do Senhor e de Cefas?6Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar o trabalho?7Quem, jamais, vai à guerra à sua custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?8Trata-se, acaso, de simples norma entre os homens? Ou a lei não diz também o mesmo?9Na Lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que debulha (Dt 25,4). Acaso Deus tem dó dos bois?10Não é, na realidade, em atenção a nós que ele diz isto? Sim! É por nós que está escrito. Quem trabalha deve trabalhar com esperança e igualmente quem debulha deve debulhar com esperança de receber a sua parte.11Se entre vós semeamos bens espirituais, será, porventura, demasiada exigência colhermos de vossos bens materiais?12Se outros se arrogam este direito sobre vós, não o temos muito mais? Entretanto, não temos feito uso deste direito: sofremos tudo para não pôr obstáculo algum ao Evangelho de Cristo.13Não sabeis que os ministros do culto vivem do culto, e que os que servem ao altar participam do altar?14Assim também ordenou o Senhor que os que anunciam o Evangelho vivam do Evangelho.15Mas não tenho usado de nenhum desses direitos; e nem escrevo isto para reclamá-los. Preferiria morrer a... Mas ninguém me tirará este título de glória.16Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!17Se o fizesse de minha iniciativa, mereceria recompensa. Se o faço independentemente de minha vontade, é uma missão que me foi imposta.18Então em que consiste a minha recompensa? Em que, na pregação do Evangelho, o anuncio gratuitamente, sem usar do direito que esta pregação me confere.19Embora livre de sujeição de qualquer pessoa, eu me fiz servo de todos para ganhar o maior número possível.20Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, fiz-me como se eu estivesse debaixo da lei, embora o não esteja, a fim de ganhar aqueles que estão debaixo da lei.21Para os que não têm lei, fiz-me como se eu não tivesse lei, ainda que eu não esteja isento da lei de Deus - porquanto estou sob a lei de Cristo -, a fim de ganhar os que não têm lei.22Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos.23E tudo isso faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante.24Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais.25Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível.26Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar.27Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros.

nov 10

EXORTAR COM ÂNIMO E COM ATENÇÃO

viúva

A CONDUTA PARA COM AS ANCIÃOS E AS VIÚVAS – (1Tm 5, 1-25) -

“1Ao ancião não repreendas com aspereza, mas adverte-o como a um pai, aos moços como a irmãos,2às mulheres de idade como a mães, às jovens como a irmãs, com toda a pureza.3Honra as viúvas que são realmente viúvas.4Se uma viúva tem filhos ou netos, como primeira obrigação aprendam estes a exercer com a própria família o dever da piedade filial e a retribuir aos pais o que deles receberam, porque isto é agradável a Deus.5Mas a que verdadeiramente é viúva e desamparada, põe a sua esperança em Deus e persevera noite e dia em orações e súplicas.6Aquela, pelo contrário, que vive nos prazeres, embora viva, está morta.7Recorda-lhes isto, para que sejam irrepreensíveis.8Quem se descuida dos seus, e principalmente dos de sua própria família, é um renegado, pior que um infiel.9Poderá ser inscrita como viúva apenas quem tenha pelo menos sessenta anos de idade, casada uma só vez,10conhecida pelo seu bom comportamento, tenha educado bem os filhos, exercido a hospitalidade, lavado os pés dos santos, socorrido os infelizes e praticado toda espécie de boas obras.11Não admitas viúvas jovens, porque, ao sentirem os atrativos da paixão contrária a Cristo, quererão casar-se outra vez12e incorrerão na censura de ter violado o primeiro compromisso.13Além disso, habituam-se a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também indiscretas e curiosas, falando coisas que não devem.14Quero, pois, que as viúvas jovens se casem, cumpram os deveres de mãe e cuidem do próprio lar, para não dar a ninguém ensejo de crítica.15Algumas já se perverteram, para irem após Satanás.16Se algum fiel tem viúvas em casa, procure dar-lhes assistência, de tal maneira que elas não sejam um peso para a Igreja, a fim de que esta possa socorrer as que verdadeiramente são viúvas.17Os presbíteros que desempenham bem o encargo de presidir sejam honrados com dupla remuneração, principalmente os que trabalham na pregação e no ensino.18Pois diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando ele pisar o grão (Dt 25,4); e ainda: O operário é digno do seu salário (Lc 10,7).19Não recebas acusação contra um presbítero, senão por duas ou três testemunhas.20Aos que faltam às suas obrigações, repreende-os diante de todos, para que também os demais se atemorizem.21Eu te conjuro, diante de Deus e de Cristo Jesus e dos anjos escolhidos, a que guardes essas regras sem prevenção, nada fazendo por espírito de parcialidade.22A ninguém imponhas as mãos inconsideradamente, para que não venhas a tornar-te cúmplice dos pecados alheios. Conserva-te puro.23Não continues a beber só água, mas toma também um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes indisposições.24Os pecados dos homens às vezes são conhecidos já antes de levados a juízo; outras vezes o serão depois.25Da mesma forma, as boas obras: ou já são manifestas ou não poderão permanecer ocultas.”

out 27

PALAVRA DE VIDA

NÃO JULGAR

EVITAR O ESCÂNDALO DOS FRACOS

(Rm 14, 13-23)

 

13Deixemos, pois, de nos julgar uns aos outros; antes, cuidai em não pôr um tropeço diante do vosso irmão ou dar-lhe ocasião de queda.14Sei, estou convencido no Senhor Jesus de que nenhuma coisa é impura em si mesma; somente o é para quem a considera impura.15Ora, se por uma questão de comida entristeces o teu irmão, já não vives segundo a caridade. Pela comida não causes a perdição daquele por quem Cristo morreu!16Não venha a tornar-se objeto de calúnia a tua vantagem.17O Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e gozo no Espírito Santo.18Quem deste modo serve a Cristo, agrada a Deus e goza de estima dos homens.19Portanto, apliquemo-nos ao que contribui para a paz e para a mútua edificação.20Não destruas a obra de Deus por questão de comida. Todas as coisas, em verdade, são puras, mas o que é mau para um homem é o fato de comer provocando um escândalo.21Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem outra coisa que para teu irmão possa ser uma ocasião de queda.22Tens uma convicção; guarda-a para ti mesmo, diante de Deus. Feliz é aquele que não se condena a si mesmo no ato a que se decide.23Mas, aquele que come apesar de suas dúvidas, condena-se, por não se guiar pela convicção. Tudo o que não procede da convicção é pecado.

out 13

EM SOCORRO DO POBRE E NECESSITADO

  socorrendo o pobre

CUIDAR DO DOENTE E DO ABANDONADO

SALMO 40, 2-14

 2Feliz quem se lembra do necessitado e do pobre, porque no dia da desgraça o Senhor o salvará.3O Senhor há de guardá-lo e o conservará vivo, há de torná-lo feliz na terra e não o abandonará à mercê de seus inimigos.4O Senhor o assistirá no leito de dores, e na sua doença o reconfortará.5Quanto a mim, eu vos digo: Piedade para mim, Senhor; sarai-me, porque pequei contra vós.6Meus inimigos falam de mim maldizendo: Quando há de morrer e se extinguir o seu nome?7Se alguém me vem visitar, fala hipocritamente. Seu coração recolhe calúnias e, saindo fora, se apressa em divulgá-las.8Todos os que me odeiam murmuram contra mim, e só procuram fazer-me mal.9Um mal mortal, dizem eles, o atingiu; ei-lo deitado, para não mais se levantar.10Até o próprio amigo em que eu confiava, que partilhava do meu pão, levantou contra mim o calcanhar.11Ao menos vós, Senhor, tende piedade de mim; erguei-me, para eu lhes dar a paga que merecem.12Nisto verei que me sois favorável, se meu inimigo não triunfar de mim.13Vós, porém, me conservareis incólume, e na vossa presença me poreis para sempre.14Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, de eternidade em eternidade! Assim seja! Assim seja!

out 09

PALAVRA DE VIDA

APÓSTOLO JOÃO

Apocalipse - Capítulo 18, 13-24 –

 13de cinamomo e essência; de aromas, mirra e incenso; de vinho e óleo, de farinha e trigo, de animais de carga, ovelhas, cavalos e carros, escravos e outros homens.14Eis que o bom tempo de tuas paixões animalescas se escoou. Toda a magnificência e todo o brilho se apagaram, e jamais serão reencontrados.15Os mercadores destas coisas, que delas se enriqueceram, pararão ao longe, de medo de seus tormentos, e hão de chorar e lamentar-se, dizendo:16Ai, ai da grande cidade, que se revestia de linho, púrpura e escarlate, toda ornada de ouro, pedras preciosas e pérolas.17Num só momento toda essa riqueza foi devastada! Todos os pilotos e todos os navegantes, os marinheiros e todos os que trabalham no mar paravam ao longe18e exclamavam, ao ver a fumaça do incêndio: Que havia de comparável a essa grande cidade?19E lançavam pó sobre as cabeças, chorando e lamentando-se com estas palavras: Ai, ai da grande cidade, de cuja opulência se enriqueceram todos os que tinham navios no mar. Bastou um momento para ser arrasada!20Exulta sobre ela, ó céu; e também vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus julgou contra ela a vossa causa.21Então um anjo poderoso tomou uma pedra do tamanho de uma grande mó de moinho e lançou-a no mar, dizendo: Com tal ímpeto será precipitada Babilônia, a grande cidade, e jamais será encontrada.22Já não se ouvirá mais em ti o som dos citaristas, dos cantores, dos tocadores de flauta, de trombetas. Nem se encontrará em ti artífice algum de qualquer espécie. Não se ouvirá mais em ti o ruído do moinho,23não brilhará mais em ti a luz de lâmpada, não se ouvirá mais em ti a voz do esposo e da esposa; porque teus mercadores eram senhores do mundo, e todas as nações foram seduzidas por teus malefícios.24Foi em ti que se encontrou o sangue dos profetas e dos santos, como também de todos aqueles que foram imolados na terra.

out 06

PALAVRA DE VIDA

APÓSTOLO JOÃO

Apocalipse - Capítulo 18, 1-12 –

 

1Depois disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.2Clamou em alta voz, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis,3porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo.4Ouvi outra voz do céu que dizia: Meu povo, sai de seu meio para que não participes de seus pecados e não tenhas parte nas suas pragas,5porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças.6Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de beber, dá-lhe o dobro.7Na mesma proporção em que fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e nunca conhecerei o luto.8Por isso, num só dia virão sobre ela as pragas: morte, pranto, fome. Ela será consumida pelo fogo, porque forte é o Senhor Deus que a condenou.9Hão de chorar e lamentar-se por sua causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram, quando avistarem a fumaça do seu incêndio.10Parados ao longe, de medo de seus tormentos, eles dirão: Ai, ai da grande cidade, Babilônia, cidade poderosa! Bastou um momento para tua execução!11Também os negociantes da terra choram e se lamentam a seu respeito, porque já não há ninguém que lhes compre os carregamentos:12carregamento de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas, linho e púrpura, seda e escarlate, bem como de toda espécie de madeira odorífera, objetos de marfim e madeira preciosa; de bronze, ferro e mármore

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